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E se os vinhos EA fossem um poema? Foi este o desafio que o ateliê Albuquerque lançou a cinco artistas. O resultado ganha forma na campanha “EA, a inspiração bebe-se”, que assinala a mudança de imagem daquela marca da Adega Cartuxa.

Segundo o ateliê Albuquerque, a campanha rege-se por dois princípios. O primeiro “é induzir em vez de definir”. Isto é, a Cartuxa quer transferir o papel de interpretação do vinho para quem o prova, “em contraste com o marketing de autoelogio das marcas, o qual perde cada vez mais força na avalanche de opinião das redes sociais”, refere o ateliê.

O segundo “é sair do território cultural do produtor e posicionar-se noutra atmosfera”. Por isso, a agência desafiou cinco artistas para traduzirem a arte de fazer vinho na arte que fazem sua. Assim, Luís Mileu na fotografia, Pantónio na pintura, Né Barros na dança, Matilde Campilho na poesia e Dead Combo na música.

O resultado pretende suscitar em cada consumidor a curiosidade de fazer o caminho inverso: “converter estas obras em vinho com renovada prova, reivindicando depois o direito a traduzi-lo também”.

Com o rebranding, também com assinatura do ateliê Albuquerque, o design da marca de vinhos EA da Cartuxa, Fundação Eugénio de Almeida, apresenta agora a sigla Cartuxa isolada na superfície da garrafa, de forma a “anular a tradicional divisão garrafa/rótulo”, o que, refere o ateliê, “confere a este produto uma única força expressiva”. Em paralelo, a marca apresenta duas novidades: os vinhos biológicos EA Bio Tinto e EA Bio Branco (com a sigla em cortiça), que pretendem enriquecer a experiência de prova deste vinho.

A campanha “EA, a inspiração bebe-se” está presente em TV, imprensa, outdoor, ponto de venda e internet.

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