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A  multinacional Sasol Petrolium Temane, Lda. está a investir no desenvolvimento de um projecto, no âmbito do acordo de produção e partilha integrada de petróleo leve, gás e gás de cozinha nos campos de Pande e Temane, no distrito de Inhassoro, província de Inhambane.

Segundo dados apurados pelo “Notícias”, o desenvolvimento do referido projecto foi aprovado em 2016 pelo Governo de moçambicano.

O “Notícias” avança ainda que Sasol investiu cerca de 670 milhões de dólares na licença de exploração, com cerca de  400 millhões gastos desde a aprovação do Plano de Desenvolvimento do Campo (FDP), em Janeiro de 2016.

O projecto prevê nas suas fases a perfuração de 12 poços, sendo sete de petróleo leve, com capacidade de 15 mil barris por dia, e cinco de gás com capacidade de 20 mil pés cúbicos padrão por dia, nos campos de Temane/Inhassoro, G6, G10 e G8. Na fase 2, estão previstos outros poços de avaliação nos campos de Pande, G10, 11 e G11A.

Outros dados apurados pela nossa Reportagem indicam que sete poços de petróleo leve nas áreas, G6 e G10, em Inhassoro, foram realizados com sucesso, e dos cinco de gás em Temane, na área G8, dois foram realizados e testados com sucesso e três foram adiados, aguardando pela requisição da Central Térmica de Temane (CTT).

Na segunda fase do plano, todos poços de gás que estavam previstos em Pande nas áreas G10, G11 e G11A foram realizados e testados com sucesso.

Entretanto, a Sasol refere, num documento a que o “Notícias” teve acesso, que com o desenvolvimento do projecto do Acordo de Partilha de Produção de combustíveis espera ultrapassar as limitações do crescimento no mercado nacional de gás de cozinha (GPL), em virtude de a oferta actual não satisfazer a demanda  nacional estimada em 46 mil toneladas por ano.

O projecto é construir-se uma unidade capaz de produzir até 30 mil toneladas de gás de cozinha (GPL) por ano, para incrementar a actual oferta no mercado nacional.

A multinacional acredita que o retorno deste investimento é certo, pois existe um forte potencial de crescimento da carteira de consumidores, em resultado do aumento dos custos de electricidade.

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