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A Copa do Mundo da Rússia terminou neste domingo (15), coroando uma marca em especial: a Nike. Num torneio patrocinado há muitos anos pela Adidas, a empresa norte-americana colocou duas das suas selecções na grande final. Ainda nas meias finais, a marca estampava a camisa de quatro das oito selecções participantes. Importa destacar que no início do Mundial a alemã começou com vantagem, de 12 nações contra 10, além de contar com a campeã de 2014, a Alemanha.

Ontem, logo após a conquista francesa, a FIFA anunciou os prémios individuais e houve um novo domínio da Nike. Sem a presença de embaixadores da Adidas, apenas a PUMA roubou alguns dos espaços através do patrocínio aos jogadores Antoine Griezmann e Romelu Lukaku.

Nesse cenário, Paul Pogba havia se tornado a esperança da alemã para ter algum tipo de protagonismo. Na grande final, Antoine Griezmann (PUMA), foi eleito o melhor em campo.

Com este cenário, a Nike tem muito o que comemorar. Primeira é a perspectiva de venda de camisas, que poderá ser avaliado ao fim do ano fiscal, em 2019. O segundo, fruto desta alta de comercialização, está nas suas acções. Recentemente, cada título chegou a US$ 78 na Bolsa de Nova Iorque, o maior valor da história da empresa.

Entre os jogadores que carregam a Nike, o destaque vai para os jogadores Luka Modric, Eden Hazard, Kylian Mbappé, Thibaut Courtois e Harry Kane.

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