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A central térmica surge para dar resposta às necessidades crescentes de energia na cidade e província de Maputo. A construção da central durou 30 meses e teve um custo de cerca de 180 milhões de dólares, dos quais mais de 90% foram financiados pelo governo japonês e o remanescente pelo governo moçambicano, através da EDM.

A capacidade total da central térmica é de 106 megawatt, sendo que a sua operacionalização é do tipo ciclo combinado, que permite a reutilização dos gases produzidos no processo de fabrico de energia.

A Central irá garantir uma maior disponibilidade de energia eléctrica e assegurar o acesso a mais moçambicanos, bem como a segurança no fornecimento à Região Sul do País, com particular destaque para as Cidades de Maputo e Matola. O projecto, que vai reforçar a rede eléctrica das cidades de Maputo e Matola, está orçado em 180 milhões de dólares (144 milhões de euros), dos quais 167 milhões de dólares (134 milhões de euros) foram disponibilizados pela Agência Japonesa de Desenvolvimento Internacional e a 13 milhões de dólares (10 milhões de euros) são provenientes do Governo.

Trata-se duma Central com uma tecnologia que permite uso mais eficiente do gás natural e, contribui para a redução das emissões de dióxido de carbono, garantindo assim, uma maior preservação do maio ambiente e  bem o desenvolvimento económico sustentável do país.

O momento que o país atravessa, caracterizado pela seca e a diminuição da disponibilidade de água, força motriz das centrais hidroeléctricas, com destaque para a Hidreléctrica de Cahora Bassa, reforçam a convicção da importância de se diversificar cada vez mais a matriz das fontes de produção de energia eléctrica, apostando, em primeiro lugar nas energias limpas e renováveis, como é o caso da Central Solar de Mocuba, cuja primeira pedra foi lançada no mês passado e a próxima será a Central Metoro, igualmente Fotovoltaica.

 

 

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